Mãe e filha. Que relação complicada essa! Amor, carinho,
compreensão e, claro, muitas, muitas brigas. Brigas importantes, brigas bobas,
brigas memoráveis. Só variam conforme a idade. Boletim, namorados, arrumação do
quarto, legumes, viagens, festas, hora de chegar das festas... tudo é motivo
para essas pelejas domésticas.
Para Angela Cristina, elas são apenas carinho e preocupação. Para Maria de Lourdes, são chateação materna mesmo. Na primeira metade do livro, os textos mostram o ponto de vista da mãe. Mas depois do primeiro beijo, aos 12 anos, é Maria de Lourdes (ou Malu, como ela prefere) quem assume a narrativa.
Para Angela Cristina, elas são apenas carinho e preocupação. Para Maria de Lourdes, são chateação materna mesmo. Na primeira metade do livro, os textos mostram o ponto de vista da mãe. Mas depois do primeiro beijo, aos 12 anos, é Maria de Lourdes (ou Malu, como ela prefere) quem assume a narrativa.




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