Páginas:376 Editora:Nova Fronteira Autor:Yann Martel Assunto:Aventura, Sobrevivência Nota:
Sinopse: A vida é capaz de pregar cada peça...! Tomemos o exemplo de Piscine Molitor Patel, também conhecido como Pi (sim, isso mesmo, igual a 3,14). Um menino indiano de dezesseis anos, filho do dono de um zoológico, vegetariano e... bom... hindu, cristão e muçulmano. Muito bem, pois esse jovenzinho absolutamente normal será lançado numa das maiores aventuras já idealizadas pelo homem moderno, uma luta pela sobrevivência em meio à natureza selvagem e imprevisível do Pacífico. É uma história e tanto não é? "E como um menino absolutamente normal, sobreviver em alto-mar ao lado de tão perigosas companhias?", insistiria você. Essa é mesmo uma excelente pergunta - respondida a cada página com tal força e impetuosidade que não demoramos a descobrir por que este livro arranca urros e aplausos no mundo todo.
Título Original:The Casual Vacancy Páginas:504 Editora:Nova Fronteira Autor:J.K Rowling Assunto:Romance Ano:2012 Sinopse: Quando Barry Fairbrother morre inesperadamente
com seus 40 anos, a pequena cidade de Pagford fica em choque. Pagford é,
aparentemente, um idílio inglês, com uma praça de mercado de paralelepípedos e
uma antiga abadia. Mas atrás das belas fachadas encontra-se uma cidade em
guerra. Ricos contra pobres, jovens contra seus pais, esposas contra seus
maridos, professores contra seus alunos... Pagford não é o que parece. E o
assento vago deixado por Barry no Conselho da paróquia logo se torna o
catalisador da maior guerra que essa cidade já viu. Quem vai triunfar numa
eleição carregada de paixão, duplicidade e e revelações inesperadas? Um grande
romance sobre uma pequena cidade, Morte Súbita é o primeiro romance adulto de
J.K. Rowling. É o livro de uma narradora sem igual.
Crítica: Fairbrother é um homem importante no pequeno vilarejo de Pagford,mas sua morte súbita causa grnade impacto na "cidadezinha".
Na medida que você vai lendo, você vai conhecendo as pessoas do ciclo de conhecidos de Barry. Existem pessoas que o admiravam e pessoas que o detestavam.
Alguns ficaram chocados com sua morte, outros só querem levar suas vidas em paz, ja outros não ficaram tão tristes assim, pois com a morte súbita de Barry, sua cadeira fica vaga no conselho de Pagford.
O início do livro relata sobre a morte dele,mas não fala muito da sua família.
A morte dele foi de boa hora para algumas pessoas. A pequena cidade é dividida nas classes sociais e é daí que você vai entender qual o real valor que o homem tinha no pequeno vilarejo.
O livro também relata que todos querem se candidatar no lugar de Fairbrother, então fico pensando - Eles tinham inveja do homem ou... ja que o tal havia morrido porque não se candidatar e da a continuidade? Essas perguntas nos rodeiam no meio da leitura.
O livro é tão genial que da vontade de sair contando Spoilers a fole, resumir todo o livro para vocês(haha). Achei incrível os pontos críticos que J.K colocou no livro, é um livro de se ler e pensar muito. Seu livro com certeza irá desencadear debates em todo tipo de escolas,faculdades e até você e sua família em casa.
Capa: Achei a capa bonita e as cores fortes da um efeito lindo na estante.
Personagens: Não tem um personagem que seja insignificante na história. Tem sim aquele que você menos gosta,mas é tão significante quanto.
Não tem como escolher o melhor.
Cada um tem um lugar especial na trama.
J.K mesmo saindo do mundo infanto-juvenil, continua um gênio. O livro é incrível, você só consegue desgrudar dele quando não à nada mais pra ler e quando fica triste porque acabou e fica com vontade de ler de novo. Eu realmente adoraria fazer uma releitura,mas minha estante ta topada de leituras novas e tenho que seguir em frente.
O livro é dividido em sete partes.Sete partes me faz lembrar Harry Potter e isso eu queria falar a você leitoras, que espera uma leitura a altura de Harry Potter, com história perfeita e dimensão fantástica (apesar de achar morte súbita assim) lembre-se que o conteúdo é adulto,não tem nada a ver com Harry Potter. Então amores, se vocês querem encontrar uma dimensão de jovens cheios de magia com um mundo inteiramente perfeito em todos os sentidos, mudem seu jeito de pensar ou não leia o livro até seu pensamento mudar,se não você irá se decepcionar.
Para os pais, o conteúdo é adulto e se você tem um filho louco apaixonado pela autora, eu recomendo que pense bem antes de compra-lo ou leia o livro para ver se ta ao nível da cabecinha de seu filho.
Eu estou aguardando uma continuação "rápida" em J.K não aguento esperar anos e anos a fio.
Páginas:300 Editora:Nova
Fronteira Autor: Luiz Eduardo
Soares; e Rodrigo Pimentel; e Cláudio Ferraz; e André Batista Assunto:Literatura
brasileira Ano: 2010
Sinopse:É uma obra de ficção baseada
em fatos atuais sobre o crime organizado no Rio de Janeiro. Escrito pelo
antropólogo e cientista político Luiz Eduardo Soares - uma das maiores
autoridades em segurança pública no Brasil - ao lado de três co-autores que
conviveram de perto com a violência na cidade, é a continuação da obra que,
lançada em 2006, foi um grande sucesso ao apresentar aos leitores, sob o ponto
de vista da polícia, os detalhes das nossas selvagens guerrilhas urbanas.
Agora,Elite da Tropa 2mostra,
por meio de uma narrativa fluída e reveladora, os bastidores das verdadeiras
máfias brasileiras: as milícias. São histórias verdadeiras e fictícias - cabe
ao leitor aplicar os adjetivos a cada episódio e personagem.
Crítica: Milícia, é como começa a história do livro que deu
origem ao filme mais popular brasileiro. O narrador é um Policial Civil fora de
combate.Ele posta tudo que pensa a respeito dos milicianos,política...etc. em
seu twitter para seus poucos seguidores. Porque ele está fora de combate? A
amigo,assistir apenas o filme não vai te dizer muita coisa não, vai ler...é a
melhor coisa . Mesmo que você não curta o livro porque você queria um Capitão
Nascimento e não um policial Civil qualquer eu recomendo que leia o livro se
você quiser saber mais a respeito da milícia.A história é diferente,mas é tão
boa quanto, você acaba virando um agente da “DRACO” (Delegacia De Repressão ao
Crime Organizado) , as investigações são as melhores.
Relação ao BOPE só no final do livro que é as memórias do Capitão
Lima Neto ( O famoso C.Nascimento)
Se você é daquelas pessoas que queriam o livro para ver tudo
sobre a ação do BOPE,nem toque,nem compre e desista de ver a resenha,porque 90%
da trama não envolve o BOPE (:
E outra,só as memórias dele já é boa o suficiente para você querer tanto ler o livro *-*.
Porque querer tanto o livro: No começo não estava
interessada na história,mas além da super promoção que meu namorado conseguiu
comprar eu queria uma capa de livro com o Wagner Moura para a minha linda
estante, daí que folheei o livro e fiquei muito “fula da vida” quando vi como
os policiais eram corruptos,daí que de um capítulo foi dois e ai que acabei me
apegando ao livro,estória,personagens ...torcia para que uns fossem presos
logo,que a trama que os policiais da DRACO desse certo, e acabei lendo todo o
conteúdo e adorando. Deixei o filme de lado para da uma chance ao livro que
também é muito bom (dizendo mais uma vez) com certeza quem tem esse livro na
estante e abandonou ele, cometeu o maior erro da vida. (:
Filme: Adorei o filme com certeza. Eles misturam a milícia que é o fator principal do livro, com a vida do Capitão Nascimento que é o fator principal do filme.
Ator Principal: Quem nunca quis (Mulher) ir ao cinema ver seu galã favorito mesmo sendo em um filme de violência? O galã que atua super bem,é um ótimo Capitão/Coronel . Pois é , Wagner Moura aumentou seus fãs depois de Tropa de Elite, e o público feminino adorou, pelo menos 70% dele. Já o público masculino se interessou com a trama do filme que também é muito “foda”. Adoro filmes e Tropa de Elite ta como um dos melhores na lista de filmes Nacionais.
Trecho do capítulo 20 do Elite da tropa 2.
O
sucesso do filme e a redenção de Lima Neto - cap: XX
Eu
disse que o extenso relato de Marcelo Freitas esclareceria muitas coisas e
começaria a criar condições para que sua situação angustiante fosse entendida. Entretanto,
sozinha ela não basta. Falta relatar os acontecimentos dos últimos meses,que
deslocaram o capitão Lima Neto para o centro do palco e terminaram por provocar
a situação sem saída em que Marcelo se encontra.Eu prometi que daria ao leitor
a mesma oportunidade que Marcelo me dera de conhecê-lo melhor e contextualizar
os últimos atos de sua história. Ele pediu que eu o ouvisse contar sobre o que
lhe havia acontecido muito antes de lhe passar pela cabeça a idéia de
candidatar-se a deputado estadual. Com essa autorização, a transcrevi. O leitor
pôde lê-la também. Agora, tenho certeza de que vai ser muito mais fácil compartilhar
o que descobri. Vamos deixar Marcelo um pouco de lado, enquanto focalizamos o
outro personagem da trama, Lima Neto. Se queremos compreender a angústia do
deputado, devemos dirigir nossa atenção ao policial do BOPE que salvara a vida
de Marcelo.
Mais
ou menos na metade do percurso da CPI, um filme tornou-se a conversa da cidade.
Mais: o assunto do país. Chamava-se Tropa de Elite e era protagonizado e
narrado por um policial do BOPE, o capitão Nascimento,representado pelo ator
Wagner Moura, num desempenho extraordinário, que encantou platéias de cinéfilos
e arrebatou audiências que nunca foram ao cinema. Quem não conhece a história
que vou contar deve estar imaginando que errei no tempo do verbo: em vez de “nunca
foram ao cinema”, deveria ter escrito “nunca tinham ido”, uma vez que o filme
que as seduzira as teria levado, enfim, a descobrir o prazer de entrar numa
sala de cinema. Não, eu não errei. O tempo do verbo está correto. Muita gente,
muita gente mesmo – segundo pesquisas, cerca de 15 milhões de pessoas viram o
filme, mas só 2,5 milhões em salas de cinema –, assistiu a DVDs pirata, antes
mesmo da estréia. Quem não estava no Brasil na época, particularmente no Rio, não
tem noção do que foi o sucesso do filme. Mais do que êxito de público, Tropa de
Elite virou fenômeno, desses que não se prevêem e dificilmente se explicam. O
que teria provocado uma reação assim, ecumênica, sensibilizando as platéias mais
diferentes, ricos e pobres, jovens e idosos, homens e mulheres? O roteiro de
Bráulio Montalvani, em parceria com Rodrigo Pimentel? A direção de José
Padilha, premiado,antes, em festivais do mundo inteiro como documentarista? A
câmera de Lula Carvalho? A performance de Wagner Moura e dos outros ótimos
atores?A edição do filme, assinada por Daniel Rezende? Impossível isolar numa
obra a contribuição de cada uma de suas partes.De modo, acho que continua sendo
um mistério o impacto causado pelo tropa. Provocou muita polêmicas, porque
vários críticos enxergaram apologia da violência policial, encarnada pelo
herói, Nascimento. Alguns justificavam a interpretação negativa que faziam
relatando casos em que a platéia, no cinema, aplaudia cenas em que o capitão
agia com brutalidade, torturava e executava traficantes. Outros defendiam o
filme, com o argumento de que exibir um personagem, inclusive seu mundo
interior, e mostrar a realidade tal ele via, não era o mesmo que aderir a essa visão
ou aos valores do personagem.Até porque o capitão Nascimento era construído
como um homem angustiado,infeliz,descrente do que fazia e incapaz de resolver o
problema da segurança pública, que se multiplica enquanto ele lutava a sua
guerra inútil e sórdida.
Para a grande massa, esse debate
não interessava. O que realmente interessava, fascinava, emocionava e envolvia
era o filme. Por isso, não era incomum que as pessoas assistissem várias vezes,
divertindo-se sempre. Os personagens, as piadas, o vocabulário, tudo foi
absorvido pela população. Passou a ser natural ouvir, no ônibus, trens e
metrôs, nas feiras e super-mercados, e até no Maracanã, falas do filme e
refrões que os personagens repetem em certas situações da trama. E não era
preciso explicar. Todos sabiam do que se estavam falando. Qual era a fonte.
Quais os significados. O filme foi canibalizado pela cultura popular. Não
pertence mais aos roteiristas, ao diretor e aos atores. É do povo, como a praça
Castro Alves – tanto quanto o céu é do avião.